26 de jan de 2015

ARGENTINA

Damián Pachter acredita que, sem querer, divulgou informações delicadas Foto: Adrian Bono / REUTERS

Jornalista que revelou morte de Nisman se diz perseguido.

Damián Pachter teve dados de viagem divulgados pela Casa Rosada sem motivo aparente; acusado por Cristina pediu proteção.

LAVA-JATO



O presidente da construtora UTC, Ricardo Pessoa, chega a Superintendvncia da Polícia Federal no bairro da Lapa, Zona Oeste de São Paulo
Foto: Marcos Bezerra/ 14-11-2014

Executivos presos podem acusar Petrobras de chantagem.

Advogado diz que e-mail pode provar coação dentro da estatal. 'Se não pagar, vão sangrar até o fim', teria escrito o funcionário.

RIO

Estado do Rio vai cortar mais R$ 2,7 bilhões do Orçamento.

Redução é fruto da queda na atividade econômica brasileira e das receitas com royalties do petróleo. Todas as pastas serão afetadas.

DIÁRIO DO PODER - CLAUDIO HUMBERTO

  • 26 DE JANEIRO DE 2015
    A comitiva brasileira no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, têm sido questionada sobre o escândalo de corrupção na Petrobras, a mais global das grandes empresas brasileiras. Funcionário do governo alemão até pediu a um diplomata brasileiro para confirmar a informação de que há políticos de partidos governistas que, se não forem presos, poderão até virar ministros do governo Dilma Rousseff.
  • O curioso funcionário alemão referia-se aos casos de Henrique Alves (PMDB-RN) e Ciro Nogueira (PP-PI) que ainda podem virar ministros.
  • Além da expressão de espanto, diplomatas brasileiros ainda têm de enfrentar sorrisos dissimulados ridicularizando a corrupção no Brasil.
  • Joaquim Levy deixou boa impressão em Davos, mas diplomatas acham que a tarefa – insubstituível – de atrair investidores era de Dilma.
  • O Orçamento 2015 aprovado pelo Congresso adicionou R$ 9,7 bilhões em emendas para deputados e senadores, de “execução obrigatória”.
  • A Câmara dos Deputados, em Brasília, não corresponde ao esforço do contribuinte para bancar seu custo, de R$ 3,76 bilhões por ano. Sua produtividade é inferior até a Assembleias Legislativas Estaduais, como a do Rio Grande do Sul, que em 2014 aprovou 141 matérias, 38% a mais que os deputados federais. Os do Amazonas votaram 3.377 matérias, em 2014, quase sete vezes mais que a Câmara Federal.
  • Dilma se transformou na principal legisladora do País, em 2014: foi autora de 19% das iniciativas na Câmara, com medidas provisórias.
  • O balanço do ano passado é vexatório para os 513 deputados federais: eles só conseguiram aprovar 106 leis, sendo vinte propostas por Dilma.
  • Deputados preferiram se concentrar em enxertar medidas provisórias de “contrabandos” negociados com lobistas, nos balcões da Câmara.
  • Aécio Neves (PSDB-MG) já sabe que não terá vida fácil, no Senado, com José Serra (PSDB-SP) no plenário. Ele acha que o paulista vai querer demonstrar, todo o tempo, que é melhor e mais preparado.
  • O ministro Aldo Rebelo (Ciência e Tecnologia) está em campanha para virar cartola. Ele integra a chapa “União Verde-Branca”, que disputa no dia 7 a eleição para o conselho do Palmeiras, seu time do coração.
  • A Controladoria-Geral da União ainda não contabilizou os gastos totais com o Bolsa Família em 2014, ano da reeleição. O total mais atual de R$ 24,8 bilhões não considera dezembro, mas bateu recorde histórico.
  • O deputado Pauderney Avelino (DEM-AM) confirmou requerimento de convocação de Eduardo Braga para explicar a crise de energia. O despreparo do ministro pode ser exposto de forma cruel.
  • Eleita deputada federal em 2010 (12.126 votos), Antônia Lúcia (PSC-AC) não se reelegeu, mas neste mês gastou R$ 38 mil (do nosso bolso) com 15 mil jornais autopromocionais. Mais jornais do que eleitores.
  • Parlamentares não aguentam mais ouvir a ladainha do deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), que disputa a presidência da Câmara. Ele fala tanto que sua última conta de celular (que pagamos) foi R$ 1,3 mil.
  • Termina nesta segunda o prazo fixado pelo Tribunal de Contas para o governo do DF “provar” que não tem dinheiro para pagar os salários que o governo anterior, de Agnelo Queiroz (PT), deixou em aberto.
  • Com um governo mal avaliado em ano de eleição, Agnelo Queiroz (PT) cedeu aos sindicatos, assinando acordos salariais impagáveis. Não deu outra: o dinheiro acabou antes do ano. E o Tribunal de Contas do DF nem sequer conferiu se o governo poderia honrar aqueles acordos.
  • …após fazer tudo o que prometeu não fazer “nem que vaca tussa”, faz sentido a primeira aparição pública de Dilma, após a reposse, ter sido na Bolívia.

25 de jan de 2015

ARGENTINA: ANÔNIMO DISSE.

Vale a pena repetir:

"Então remeto-me a Nietzsche, o primeiro e único a FALAR AQUILO QUE DEVIA SER FALADO de tÃO EXPOSTO A PERSEPÇÃO QUE PRECISAVA SER NEGADO POR UM MARKETING REVOLUCIONÁRIO TANTO QUANTO DIALÉTICO …RSRS!!!

Vejamos:

“O Socialismo é o fantasioso irmão mais jovem do quase decrépito despotismo, o qual quer herdar. Suas aspirações são, portanto, no pleno sentido mais profundo, REACIONÁRIAS. Pois ele deseja uma plenitude de Poder estatal como só a teve alguma vez o despotismo, e até supera todo o passado por aspirar ao aniquilamento formal do indivíduo: o qual lhe parece como um injustificado luxo da natureza e deve ser melhorado e transformado por ele em um ‘órgão da comunidade’ adequado a seus fins.
Devido a sua afinidade, o Socialismo sempre aparece na vizinhança de toda excessiva manifestação de Poder, como o antigo socialista típico, Platão, na corte do tirano siciliano: ele deseja (e em algumas circunstâncias promove) o estado ditatorial Cesário deste século, por que, como foi dito, quer ser seu herdeiro. Mas mesmo essa herança não bastaria para seus objetivos, ele precisa da mais servil submissão de todos os cidadãos ao Estado absoluto, como nunca existiu nada igual; e como nem sequer pode contar mais com a antiga piedade religiosa ante o Estado, tendo, queira ou não, que trabalhar incessantemente por sua eliminação _ pois trabalha para a eliminação de todos os Estados existentes _, não pode ter esperança de existir a não ser por CURTOS PERÍODOS, aqui e ali, MEDIANTE O TERRORISMO EXTREMO. Por isso ELE SE PREPARA SECRETAMENTE PARA GOVERNOS DE TERROR, E EMPURRA A PALAVRA “JUSTIÇA” COMO UM PREGO NA CABEÇA DAS MASSAS SEMICULTAS, PARA DESPOJA-LAS TOTALMENTE DE SUA COMPREENSÃO (depois que este entendimento já sofreu muito com a semi-educação) e criar nelas uma boa consciência para o jogo perverso que deverão jogar.“

Eis ai o homem que ANTES da COMPROVAÇÃO NA PRÁTICA deixou claro aquilo que facilmente se podia perceber nos embustes que há mais de mil anos se haviam repetido como estratégia."

Isso foi dito bem antes do socialismo se realizar para confirmar na prática aquilo que se podia facilmente perceber na própria teoria.

VOCÊ CO0NHECE?

ARGENTINA


Caso Nisman'Petralhas' da Argentina agora dizem que Cristina que é vítima do promotor 'suicidado'

UCHO.INFO

José Dirceu divulga nota para tentar escapar das garras da Lava-Jato, mas desculpa não convence.

jose_dirceu_40Papo furado – Ninguém sabe, ninguém viu. Esse é o mote que embala os desgovernos do PT e seus camaradas desde a chegada de Lula ao Palácio do Planalto, e janeiro de 2003. Condenado no escândalo do Mensalão do PT, o cassadoJosé Dirceu de Oliveira e Silva, ex-chefe da Casa Civil, também aderiu ao lema rasteiro, depois que a Polícia Federal flagrou-o nas entranhas da Operação Lava-Jato. De acordo com as autoridades que varrem os escaninhos do Petrolão, o maior escândalo de corrupção da história brasileira, Dirceu e sua empresa de consultoria, a JDA, receberam dinheiro de algumas das empreiteiras que integravam o esquema criminoso que saqueou os cofres da Petrobras.
Nesta sexta-feira (23), o site do mensaleiro condenado publicou nota em que afirma que os serviços prestados pela empresa de consultoria às empreiteiras UTC, OAS e Galvão Engenharia não tem qualquer relação com a Operação Lava-Jato. Ou seja, José Dirceu imitou o chefão Lula e tenta convencer a opinião pública que jamais soube do Petrolão.
Considerando que o Brasil ainda é uma democracia, onde sobrevive o direito à livre manifestação de pensamento, Dirceu, o Pedro Caroço, pode dizer o que quiser, inclusive mentir. Até mesmo se fazer de inocente. Desde que não queira que a massa pensante da população caia em mais uma esparrela com a chancela estelar do PT.
Na nota à imprensa, José Dirceu destaca que está “à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos à Justiça” e que os contratos da JDA com as empreiteiras tinham como objeto a “atuação em mercados externos, sobretudo na América Latina e Europa”. Isso significa que definitivamente o Brasil transformou-se no paraíso do faz de conta.
De acordo com a decisão judicial que determinou as quebras de sigilo, a JDA recebeu, entre 2009 e 2013, R$ 3.761.000,00 das empreiteiras Galvão Engenharia, OAS e UTC Engenharia. As três empresas tiveram executivos presos em 14 de dezembro, quando foi a Polícia Federal deflagrou a Operação Juízo Final, sétima fase da Lava-Jato.
A estratégia de camuflar o pagamento de propina com notas fiscais e contratos supostamente idôneos é antiga e sua eficácia é questionada. Afinal, os serviços de inteligência do Estado avançaram muito mais do que a suposta esperteza dos malandros profissionais que se escondem à sombra de ideologias e partidos políticos.
Essa manobra é a mesma que alguns advogados dos empreiteiros presos pela PF tentaram adotar para, no rastro do desespero, tentar provar à Justiça a inocência de seus clientes. Acontece que as autoridades que participam das investigações da Lava-Jato são muito mais atentas e rápidas do imaginam os malandros oficiais.
A alegação que consta da nota de José Dirceu tem uma lógica jurídica, pois o petista sabe que eventual nova condenação, no vácuo de um escândalo de corrupção sem precedentes, por certo dificultará o futuro de quem já deveria ter aprendido com a primeira lição.
Na manhã do dia 2 de dezembro de 2005 (sexta-feira), horas após perder o mandato de deputado federal na esteira do Mensalão do PT, José Dirceu ocupou o Plenário 13 (o número não poderia ser outro) do setor de Comissões Permanentes da Câmara dos Deputados. Naquele dia, diante de dezenas de jornalistas e um amontoado de “companheiros” de legenda e de esquerdismo chicaneiro, o chefe dos mensaleiros afirmou, sem titubear, que na segunda-feira (5 de dezembro de 2005) retomaria o ofício de advogado porque as contas e despesas de suas filhas rosnavam à sua porta. Desde então, Dirceu jamais retomou o contato com as filigranas jurídicas, exceto quando foi obrigado (sic) a rascunhar esses contratos que ora estão na mira da Lava-Jato.
Quem conheceu os bastidores do Mensalão do PT sabe como agiu José Dirceu, apesar de suas insistentes negativas, no esquema de compra de apoio político no Congresso Nacional. Quem conheceu as entranhas do o esquema de corrupção que culminou com a Operação Lava-Jato conhece cada um dos partícipes do esquema criminoso.
Por isso o UCHO.INFO, que denunciou o esquema no começo de 2009, sempre afirmou que, cedo ou tarde, a Lava-Jato haveria de subir a rampa do Palácio do Planalto, com direito a retroagir na linha do tempo. Nesse movimento em direção ao passado recente, o mensaleiro José Dirceu é mais um peixe graúdo no mar de lama em que se transformou o Brasil. Na mira da tarrafa dos investigadores estão Luiz Inácio da Silva, o lobista Lula, e Dilma Vana Rousseff, a presidente reeleita.
Confira abaixo a nota publicada no site do deputado cassado e mensaleiro condenado:
“23 JANEIRO 2015
NOTA À IMPRENSA
A respeito da reportagem veiculada pelo Jornal Nacional nesta quinta-feira (22), a JDA esclarece que prestou consultoria às empresas UTC, OAS e Galvão Engenharia, conforme contratos, para atuação em mercados externos, sobretudo na América Latina e Europa.
A relação comercial com as empresas não guarda qualquer relação com contratos na Petrobras sob investigação na Operação Lava Jato. O ex-ministro José Dirceu está à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos à Justiça.”

PRIVATARIA

A privataria petista na Petrobras africana.

Mistério: por que a Petrobras venderia um ativo por US$ 1,52 bilhão e, seis meses depois, criaria uma nova empresa, endividada em US$ 1,5 bilhão?
Elio Gaspari, O Globo
Imagine-se a doutora Dilma Rousseff dizendo o seguinte durante a campanha eleitoral:“Nossos adversários quebraram o país três vezes e venderam para um banco metade da participação da Petrobras em ricos campos de petróleo da África”. 
Em julho de 2013, a Petrobras vendeu ao banco BTG Pactual metade de suas operações em campos de petróleo de sete países africanos. O coração do negócio estava em dois campos da Nigéria (Akpo e Agbami) dos quais a empresa tira uma produção de 55 mil barris/dia, 60% de todo o petróleo que o Brasil importa, ou 25% do que refina.
Para se ter uma ideia do que isso significa, é uma produção equivalente a 10% do que sairia do pré-sal brasileiro um ano depois, ou quatro vezes o que Eike Batista conseguiu extrair. No século passado, a Petrobras decidiu internacionalizar-se para controlar reservas fora do país. Nada mais certo.
A empresa trabalhou em sigilo e, em outubro de 2012, contratou o Standard Chartered Bank para assessorá-la. Um mês depois, numa negociação direta com a Petrobras, o BTG Pactual mostrou-se interessado no negócio, propondo a formação de uma nova subsidiária.
A Petrobras listou 14 petroleiras que poderiam se interessar, nenhum banco. Além do Pactual, só uma empresa chegou à reta final. Quanto valiam os campos? Aí é que a porca torcia o rabo. Uma nuvem preta pairava sobre os marcos regulatórios da Nigéria (onde estão Akpo e Agbami).
O consultor financeiro da Petrobras estimou que, com a entrada em vigor de uma lei nova e ruim, valeriam US$ 3,4 bilhões, ou US$ 4,5 bilhões sem ela. O banco BSC estimou essas mesmas cifras. Sem considerar o eventual impacto da lei ruim, segundo uma publicação da consultoria Wood Mackenzie, valeriam até US$ 4 bilhões, e para outra, da IHS, só o campo de Akpo valeria pelo menos US$ 3,6 bilhões.
Endireitando-se o rabo da porca: com o barril de petróleo a US$ 100, o ano de 2014 acabou-se e até hoje a lei ruim não entrou em vigor. Em maio de 2013, o Pactual ofereceu US$ 1,52 bilhão, superando a proposta rival.
Esse valor derivava de sua avaliação de US$ 3,04 bilhões para todo o pacote africano. Como a lei poderia mudar para pior, fazia algum sentido. O banco propunha que, ao nascer, a subsidiária tomasse um empréstimo de US$ 1,5 bilhão.
Mistério: por que a Petrobras venderia um ativo por US$ 1,52 bilhão e, seis meses depois, criaria uma nova empresa, endividada em US$ 1,5 bilhão? A sugestão foi rebarbada, mas admitiu-se negociar outro endividamento, mais adiante. 
Seis meses depois de fechar negócio com o BTG Pactual, a Petrobras discutia a tomada de um empréstimo de US$ 700 milhões para a subsidiária africana junto aos bancos Standard Chartered (o mesmo que assessorou a venda) e Paribas.
O setor financeiro da empresa achou as condições salgadas, com uma taxa de juros acima do que a empresa paga no mercado internacional. Em janeiro de 2014, estimava-se que a subsidiária distribuísse US$ 1 bilhão em dividendos no 1º semestre daquele ano.
Portanto, um ano depois de ter entrado no negócio, o BTG Pactual poderia receber US$ 500 milhões. Na vida real, no primeiro trimestre distribuíram-se US$ 300 milhões, deixando-se US$ 500 milhões no caixa e US$ 200 milhões aplicados (o empréstimo, aprovado, não entra nessa conta).
Aquilo que, no século passado, foi uma ideia de ampliar os interesses da empresa em terras estrangeiras resultou numa privatização de metade da sua operação africana. Acertou-se também que ela continuaria sob o logotipo da Petrobras, apesar de a estatal só ter metade do negócio.
A presidência da empresa e a diretoria comercial seriam ocupadas rotativamente pelo BTG e pela Petrobras, a cada dois anos. O diretor financeiro da subsidiária seria nomeado pelo banco, e o diretor operacional sairia da estatal.
Se a Petrobras tivesse liquidado alguns micos ou operações menores, tudo bem, mas ela vendeu metade de sua participação em terras d’África, especificamente a de dois campos nigerianos estrategicamente valiosos. Fez isso com relativa pressa, pois o negócio deveria ser concluído em 2013.  
Plataforma Petrobras (Foto: Germano Lüders / EXAME.com)Plataforma Petrobras (Imagem: Germano Lüders / EXAME.com)

BRASIL

Falta de água já afeta mais de 45 milhões de brasileiros

Seca levou 1.265 municípios de 13 estados do Nordeste e do Sudeste a decretarem situação de emergência em 2014. Este ano, as três maiores regiões metropolitanas do país estão sob risco de racionamento.  
O doleiro Alberto Youssef
Foto: Sérgio Lima/Folhapress/18-10-2005

Youssef pode reaver até R$ 20 milhões com delação.

Se ajudar a recuperar R$ 1 bi que o MPF acredita ter sido desviado para o exterior, doleiro ficará com 2%.‘Bunker’ de Baiano ficava ao lado da Petrobras no Rio Esquema do PMDB na Petrobras inclui operador na Suíça.
 Obra de até US$ 2 bi em Pasadena ficaria com UTC/Odebrecht.
 
juiz Sérgio Moro, responsável pelas ações da Lava-Jato,
Foto: Marcos Tristao / O Globo

Juiz Sérgio Moro é eleito a personalidade de 2014.

Juiz responsável pela Operação Lava-Jato e outras 17 personalidades ou entidades que se destacaram no ano passado são os escolhidos na 12ª edição do prêmio.
 

DIÁRIO DO PODER - CLAUDIO HUMBERTO

  • 25 DE JANEIRO DE 2015
    É pura lorota a história repetida à exaustão por Dilma, em sua campanha, de que a Polícia Federal é “mais ativa” em seu governo e que por isso “a corrupção não aumentou, o que aumentou foi o combate à corrupção”. Além de delegados e agentes se queixarem de desestímulo, do contingente insuficiente e da redução do orçamento, o número de prisões, no primeiro governo Dilma, caiu em quase 40%.
  • Diminuíram as prisões no governo Dilma, mas o número de operações policiais (1.284) foi maior que no governo Lula (911).
  • A PF não revela seu contingente porque a informação é “classificada como reservada”. O Ministério do Planejamento informa: são 14.521.
  • Durante o governo Lula foram presas 11.327 pessoas em operações da Polícia Federal. No governo Dilma, esse número caiu para 9.606.
  • Durante 2014, Copa do Mundo e eleições afastaram muitos delegados e agentes da sua rotina, represando inúmeras operações policiais.
  • Cada excelência da Câmara dos Deputados vai custar ao contribuinte R$ 1,95 milhão este ano, contabilizados salário, verba de gabinete, auxílio moradia e o indecoroso “cotão parlamentar”, que já foi usado até para bancar canais de TV adultos. O valor é a média auferida pelos 513 deputados. Aqueles com cotão mais polpudo chegam aos R$ 2 milhões ao ano. Só em salário, até dezembro, cada um vai levar R$ 471,8 mil.
  • Cada noite de sono dos parlamentares custa ao contribuinte R$ 930 mil. Suficiente para comprar 3.795 cestas básicas no Nordeste.
  • Áreas administrativas, legislativas e os gabinetes ganharam quase R$ 1,2 milhão em mobília novinha. O ‘mimo’ é para lideranças partidárias.
  • Ainda em 2015 a Câmara deve ampliar seu Anexo IV, ao custo de R$ 95 milhões, e repaginar apartamentos funcionais, por R$ 22,5 milhões.
  • Joaquim Levy (Fazenda) sentiu a mão pesada de Dilma no pé da orelha, quando ela soube da declaração dele em Davos prevendo outro pibinho vagabundo em 2015. E o mandou desdizer. E ele, que está adorando ser ministro, obedeceu, dizendo ter sido “mal interpretado”.
  • Ex-colegas de Joaquim Levy no mercado financeiro falam muito bem dele, realçam sua qualificação e até a austeridade pessoal, mas têm notado um certo deslumbramento com o cargo de ministro da Fazenda.
  • Dilma custou R$ 347,4 mil aos contribuintes, em 2014, somente em salários. Com o aumento dos ministros do Supremo Tribunal Federal, o “custo Dilma” para 2015 deve ultrapassar os R$ 401 mil.
  • Quando ouviram o ministro Eduardo Braga (Minas e Energia) falando em “limite prudencial de 10%”, funcionários do próprio ministério espalharam piadas sobre o ex-vendedor de carros nas redes sociais.
  • Há 25 anos no Supremo Tribunal Federal, o admirado decano Celso de Mello é o único ministro em atividade nos tribunais superiores nomeado por José Sarney. Aposenta-se em 1º de novembro ao celebrar 70 anos.
  • Completa 31 anos neste domingo (25) o comício pelas Diretas Já! que reuniu mais de 300 mil pessoas na Praça da Sé, em São Paulo. Exigia voto direto para presidente, após 20 anos de ditadura militar.
  • É tamanho o descontrole nos gastos dos deputados federais que o ex-deputado André Vargas (ex-PT-PR) torrou R$ 4,8 mil só nos 10 dias de mandato parlamentar que teve em dezembro, até ser cassado. E ainda alugou um carro, por nossa conta, pela bagatela de R$ 4,5 mil.
  • O “limbo” do Orçamento 2015, cujo texto final ainda não foi aprovado pelo Congresso, força o governo a gastar, por mês, apenas 1/12 das receitas previstas, e apenas em casos emergenciais e salários.
  • Após parar de se fingir de morto, Lula vai novamente negar o roubo na Petrobras, como negou o mensalão, ou dirá “eu não sabia…”?