02/09/2014

ESPERANDO MAIS UM PTRALHA

Um banco de cimento na Papuda está à espera do chefão do Banco do Brasil.
Descobriu-se há dias que o presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, costuma guardar em casa milhares de reais em espécie. Segundo a declaração ao Fisco, eram R$ 280 mil em 2012. Um presidente de banco que prefere esconder sob o colchão o que poderia aplicar na instituição que comanda não merece dirigir sequer um carrinho de cachorro-quente.
O Ministério Público quer saber de onde veio esse dinheiro e investiga a origem de outras boladas. Um cargo de tamanha relevância não pode ser ocupado por um genuíno caso de polícia.
Neste fim de semana, numa reportagem de página inteira, a Folha de S. Paulo informou que Bendine também andou distribuindo dezenas de malas atulhadas de cédulas. A revelação foi feita por Sebastião Ferreira da Silva, o Ferreirinha, ex-motorista do Banco do Brasil. Confira as patifarias relatadas por Ferreirinha na seção O País quer Saber.
O país também quer saber o que espera a Justiça para transferir Bendine do Banco do Brasil para um banco de cimento no pátio da Papuda.

DIREITOS HUMANOS

ONU diz que leis contra atos no Brasil violam direitos humanos.

Jamil Chade, Estadão
As leis e atitudes adotadas pelo governo para conter protestos sociais nos meses que antecederam à Copa do Mundo e desde meados de 2013 violaram os direitos humanos e as liberdades fundamentais. Quem faz o alerta é a ONU, que cobrou do governo brasileiro em uma carta sigilosa uma mudança em seu comportamento. Mas não recebeu uma resposta do Palácio do Planalto.
O documento foi enviado ao governo brasileiro no dia 4 de abril de 2014 e relatores da ONU exigiam explicações sobre a aprovação de leis antiterroristas, prisões e atitudes do governo em relação às manifestações. A entidade deu 60 dias para que o governo desse uma resposta, na esperança de que ela viesse antes do Mundial, que começou em 12 de junho.


AVIÃO

Nota do Partido Socialista Brasileiro sobre o avião usado por Eduardo.

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) vem a público prestar os seguintes esclarecimentos a respeito do acidente ocorrido em 13/08/14, com a aeronave prefixo PP-AFA, que vitimou o seu presidente e então candidato à Presidência da República, Eduardo Henrique Aciolly Campos.
- O uso da aeronave foi autorizado pelos Srs. João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho e Apolo Santana Vieira, dos grupos empresariais BR-Par Participação Ltda. e Bandeirantes Cia. Pneus Ltda. de Pernambuco;
- Apurou-se que tais empresários haviam negociado o mencionado avião com a empresa AF Andrade, de Ribeirão Preto, que era sua arrendatária junto à Cessna Finance;
- A transferência de leasing ao Grupo de Pernambuco foi comunicada pela AF Andrade à ANAC, por petição datada de 15 de maio de 2014;
- Referida transferência de leasing, segundo nota à imprensa, não foi ainda concretizada, porque a Cessna Finance não aprovou as garantias oferecidas;
- Como também informou o grupo Andrade à ANAC, os empresários pernambucanos pagaram, no dia 08 de maio, oito parcelas do leasing da aeronave.
O Partido Socialista Brasileiro presta esses esclarecimentos para deixar patente que esteve alheio às negociações efetuadas entre os empresários de Pernambuco e a empresa AF de Ribeirão Preto.
Cumpre ainda esclarecer que a utilização da aeronave está sendo incluída na prestação de contas de Eduardo Campos ao Tribunal Regional Eleitoral.

Roberto Amaral
Presidente do Partido Socialista Brasileiro (PSB)

DEBATE

Ataques entre Dilma e Marina marcam segundo debate.

O Globo
O segundo debate entre os presidenciáveis na TV consolidou a polarização entre as duas primeiras colocadas na pesquisa eleitoral: Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB). No mesmo dia que o comando de campanha do PSDB sinalizou com apoio a Marina num eventual segundo turno, o senador tucano Aécio Neves evitou o confronto direto com a candidata do PSB e concentrou ataques no governo petista.
Ao contrário das duas, que duelaram diretamente quase todo o tempo, Aécio ficou com papel secundário no embate entre os três mais bem colocados nas pesquisas. Assumidamente nervosa, a ponto de tentar interferir logo no primeiro bloco nas regras do debate, Dilma usou da falta de propostas para o pré-sal no programa de governo do PSB.


Debate entre os candidatos à Presidência da República

POLARIZAÇÃO

Nova polarização, por Merval Pereira.

Merval Pereira, O Globo
A candidata Marina Silva atravessa talvez o melhor momento de sua campanha, apesar de ter passado a ser o alvo dos adversários. Acontece que é muito difícil atacá-la por seus supostos defeitos, como tomar decisões com base na religião, e ela pode prometer tudo, como qualquer candidato de oposição faz. O fato de estar em ascensão nas pesquisas permite a Marina posar de vítima quando lhe interessa, e partir para o ataque quando e como quiser.
A presidente Dilma bem que tentou mostrar que as promessas de Marina não fecham as contas, mas para quem está à frente de um governo desastroso não é tarefa banal ensinar como as coisas devem ser feitas. Quando tentou mostrar que as promessas não cabiam no Orçamento do país, a presidente Dilma teve que ouvir que o corte de desperdícios e a racionalização dos gastos públicos dariam conta do recado.
A questão do petróleo, que poderia ser para Dilma o que foram as privatizações para o presidente Lula na disputa pela reeleição em 2006, é de difícil exploração desta vez, pois a situação caótica da empresa brasileira, com perda de valor na Bolsa, diretores presos e várias acusações de corrupção, não permite à presidente mostrar o erro da falta de prioridade que o programa de Marina dá ao pré-sal.

Leia a íntegra em Nova polarização

Marina Silva e seu vice, Beto Albuquerque

FRASE DO DIA

O sentimento que nos move - PSDB, DEM e Solidariedade - é garantir a ida de Aécio para o segundo turno. Se não for possível, avalizar a transição para o segundo turno. Ou seja, com uma aliança com Marina Silva, por exemplo.
José Agripino Maia, presidente do DEM, e coordenador da campanha de Aécio Neves a presidente.

DIÁRIO DO PODER - CLAUDIO HUMBERTO

  • O comando da campanha do PT concluiu que fracassou o núcleo do ex-ministro Franklin Martins para cuidar das chamadas “mídias sociais” e digitais. A avaliação foi feita após as pesquisas Ibope e Datafolha apontando para o risco real de derrota da presidenta Dilma em outubro. Por isso, o PT decidiu fazer mudanças no esquema, reforçando a equipe com novos profissionais e demitindo aqueles que falharam.
  • Uma das principais decisões da campanha do PT foi de “abrir fogo” contra Marina Silva, sua pregação e seu marido, nas redes sociais.
  • A ideia do PT é explorar os R$ 1,6 milhão das palestras de Marina, e acusá-la de “trair” diversas causas e da possibilidade trair o voto.
  • Marina venceria o 2º turno por 50% contra 40% da candidata do PT, segundo o Datafolha. O Ibope prevê Marina com 45% e Dilma 36%.
  • Oficialmente, a campanha petista nega demissões e afirma que, apesar das pesquisas adversas, “a campanha continua a mesma”.
  • Além do aposentado José Viegas, outros diplomatas lulistas disputam a cotoveladas espaço junto a Marina Silva (PSB). Embaixador em Roma, Viegas hospedava com pompas de primeira-dama Rosemary Noronha, a “Rose”, demitida da Presidência sob suspeita de tráfico de influência. O megalonanico Celso Amorim, atual ministro da Defesa, segundo ex-colaboradores, sonha em voltar a ser chanceler, assim como o “neomarineiro” Antônio Patriota, que ocupou o cargo no governo Dilma.
  • Alguns candidatos a chanceler são acusados de apequenar e destruir o Itamaraty, subjugando-o ao aspone Marco Aurélio Garcia, o “Top-Top”.
  • Como fama de “ambientalista” desde Rio+20, Luiz Alberto Figueiredo adoraria continuar como ministro das Relações Exteriores de Marina.
  • Embaixador de Lula e Dilma em Washington, Mauro Vieira é amigão de Celso Amorim, mas também quer ser chanceler. De Dilma, certamente.
  • A expectativa dos tucanos mineiros é que Aécio Neves aguarde mais duas rodadas de pesquisas presidenciais. Confirmada que são remotas suas chances de vitória, ele passaria a priorizar a disputa pelo governo do Estado, por enquanto liderada pelo petista Fernando Pimentel.
  • Crescem entre os partidos aliados os defensores da candidatura de Flávia Arruda em substituição ao marido José Roberto Arruda (PR), cuja candidatura ao governo do DF foi impugnada pela Justiça Eleitoral.
  • O Tribunal Regional Eleitoral paulista barrou a candidatura do deputado Paulo Maluf (PP), enquadrando-o na Lei da Ficha Limpa. Insistente, a exemplo de José Roberto Arruda no DF, Maluf disse que vai recorrer.
  • A campanha eleitoral está cada vez mais chata. Agora, Roberto e Erasmo Carlos resolveram reagir à divertida paródia de sua música “O Portão”, que fez sucesso no YouTube, processando o palhaço Tiririca.
  • A revista The Economist reconheceu a força de Marina Silva: apesar de ter se beneficiado com superexposição na mídia após a morte de Eduardo Campos, “a onda deve ser difícil de ser parada”, concluiu.
  • Já a agência Reuters avalia que Marina Silva está a frente nas pesquisas, mas sua vitória não é garantida: a “imprevisibilidade” de decisões e até sua “frágil aparência física” são motivos da incerteza.
  • Generosamente aquinhoado pela Lei de Incentivo à Cultura em Minas, governado pelo PSDB, o marqueteiro tucano Pedro Guadalupe nega os repasses milionários. Está tudo listado no site da Secretaria de Cultura.
  • A Secretaria de Comércio Exterior identificou que as exportações de minério de ferro caíram 24,3% em agosto, em relação a 2013. A exportação de alumínio caiu 6,4%, mas o preço aumentou 15,6%.
  • Após recuar da defesa do casamento gay para atender os evangélicos, Marina vai ceder à pressão das ONGs estrangeiras e suspender as obras da hidrelétrica de Belo Monte?

01/09/2014

SERÁ ABSOLVIDO NO TSE

ELEIÇÕES 2014

PRE-SP pediu a impugnação da candidatura de Paulo Maluf a deputado federal Foto: Marcos Alves/17-01-2013 / Agência O Globo

Candidatura Maluf é barrada com base na Lei da Ficha Limpa.

Deputado federal pode entrar com recurso junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que decisão do TRE-SP seja revista.

FONTE: MÍDIA SEM MÁSCARA



O PT OFICIAL E O PT CLANDESTINO
Por Félix Maier

Lula foi uma liderança sindical criada e incentivada pelo general Golbery do Couto e Silva, “o bruxinho que era bom”, para neutralizar o projeto político de Leonel Brizola junto à classe trabalhadora, quando ocorresse a redemocratização, assim como para neutralizar as lideranças da esquerda radical, de modo que os idos de março de 1964 não se repetissem.
O “Lula secreto”, que no início dos anos 1970 tomou aulas de sindicalismo na Johns Hopkins University, nos EUA, sempre foi uma figura dúbia, de tal modo que Guido Mantega o considerava um “burguês” a serviço das montadoras e chegou até a boicotar um texto dele em um jornaleco esquerdista. Romeu Tuma Jr., no livro Assassinato de Reputações, afirma que Lula era um informante dos militares, conhecido como “Barba”, era amigo pessoal do delegado Romeu Tuma e, quando esteve preso, tinha muitas regalias, como não ficar atrás das grades, mas em uma espécie de prisão domiciliar.
Passados esses anos todos, descobriu-se que Lula, o “cabo Anselmo do ABC”, conseguiu enganar a todos, a começar por Golbery, que acreditava ter ajudado a criar uma oposição “digerível”, o Partido dos Trabalhadores (PT). O “Barba” provou que não é um democrata, mas uma figura desprezível que se ligou a tiranos sanguinários comunistas, como Fidel Castro, para transformar toda a América Latina em uma nova União Soviética. A União das Nações Sul-Americanas (Unasul), por acaso, não lembra a URSS?
O PT, em sua trajetória, sempre provou ser um partido autoritário, em que prevalece a ética leninista de que os fins almejados justificam os meios sujos utilizados. Provas? O PT não apoiou o candidato presidencial Tancredo Neves no Colégio Eleitoral, não assinou a Constituição de 1988, detonou o presidente Collor de Mello com seu “governo paralelo, instituiu o “orçamento participativo” em muitos municípios, tirando as prerrogativas dos vereadores, não apoiou Itamar Franco em um momento difícil, foi contra o Plano Real e a responsabilidade fiscal - além de outros arroubos autoritários que veremos adiante.
A história do PT é, principalmente, a história de Lula. Há o PT oficial (e o Lula oficial), propagado pela mídia, e o PT clandestino (e o Lula clandestino), escondido pela mídia. O PT oficial participou da Constituinte, embora tenha se negado a assinar a Constituição, por não ser stalinista como desejava. O PT clandestino quis retirar da Constituição a prerrogativa das Forças Armadas, no que diz respeito à garantia da lei e da ordem (GLO), com o intuito de enfraquecer a ultima ratio de defesa da democracia. Tanto é verdade que, quando Lula foi eleito presidente, seu governo criou a Força Nacional de Segurança, para substituir as Forças Armadas em ações internas.
Em 1989, Lula foi o candidato a presidente do PT oficial. Derrotado nas urnas, entrou em ação o PT clandestino e seu desavergonhado “governo paralelo”, com o objetivo de derrubar Collor. Depois de ampla campanha contra o presidente, em que se destacou o serviço secreto do PT, dirigido pelo araponga cubano-brasileiro José Dirceu, com a criação de dossiês e enxurrada de denúncias obtidas por petistas enquistados no governo, Collor foi destituído da presidência. Durante a “CPI dos anões do Congresso”, Esperidião Amin apelidou o serviço secreto petista de “PTPol”, a Interpol do PT. Coitado de Collor! Comparado às falcatruas perpetradas por Lula e pelo PT até os dias de hoje, com destaques para o “mensalão” e o Pasadenagate, Collor não passa de um pivete pé de chinelo.
Um fato grave do PT clandestino ocorreu naquela época, que não teve a devida repercussão na grande mídia. Um antigo guarda-costas de Fidel Castro, Juan Reinaldo Sánchez, autor do livro A vida secreta de Fidel, afirma que espiões cubanos participaram das campanhas presidenciais de Lula, desde 1989. E que os médicos cubanos, recém-contratados por Dilma Rousseff no programa Mais Médicos, não passam também de espiões a serviço de Cuba - um verdadeiro cavalo-de-troia comunista montado pelos “gregos” petistas, uma cunha cubana cravada no coração do Brasil.
O PT oficial nasceu defendendo a ética e pedia CPI para tudo. No entanto, ao comandar as primeiras prefeituras, apareceu a força do PT clandestino, com denúncias de corrupção aos montes, seja em Ribeirão Preto (Antonio Palocci), seja em Santo André (Celso Daniel), ou em São José dos Campos (Ângela Guadagnin, a “dançarina da pizza”). Quando o petista Paulo de Tarso Venceslau, em 1997, denunciou as falcatruas de Lula e do PT, a única providência do PT foi expulsá-lo do Partido, como é de praxe nesses casos. Provou-se que o PT é composto, não por donzelas puras, mas por vestais grávidas.
Em 1990, após a derrubada do Muro de Berlim e o início da implosão da URSS, o PT clandestino entrou em ação com força total. Sem nada divulgar para a imprensa, Lula e Fidel Castro criaram o Foro de São Paulo, o qual tinha três objetivos imediatos: salvar o regime cubano, depois que Moscou deixou de remeter gorda mesada a Cuba, impedir o ingresso do México no NAFTA e eleger Lula presidente do Brasil. O objetivo estratégico do Foro, que engloba partidos políticos e movimentos esquerdistas em geral, além de grupos terroristas como as FARC, é comunizar toda a América Latina, tendo Cuba como farol ideológico. A Venezuela de Chavez-Maduro é o que hoje mais se aproxima desse objetivo final, seguido pela Bolívia de Evo Cocales, o Equador de Rafael Correa, a Argentina de Cristina Kirchner, a Nicarágua de Daniel Ortega e – last but not least – o Brasil de Lula-Dilma.
O atual ministro das Relações Exteriores do PT oficial, embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado, é mera figura decorativa, depois que o Itamaraty foi jogado no limbo pelo PT, não servindo para nada. O Inglês, que é o Esperanto que deu certo, chegou a ser retirado da prova obrigatória de candidatos ao Itamaraty. Para que falar a língua de Shakespeare, se o cara sabe falar “nóis pega os peixe”? Como prova da subserviência do Itamaraty à ideologia bolivariana, vale lembrar os vergonhosos casos de ingerência do Brasil e da Unasul em assuntos externos, como o asilo político concedido ao presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaia, e a crise do impeachment do presidente Fernando Lugo, no Paraguai, ocasião em que se aproveitou para expulsar o Paraguai do Mercosul e acolher a Venezuela. Nem é preciso falar da posição do governo petista (“anão diplomático”) frente a Israel, sempre apoiando os terroristas do Hamas, como se o país judeu não tivesse o elementar direito de defender sua população contra os milhares de foguetes disparados de Gaza. No entanto, a direção da política internacional está com o ministro do PT clandestino, Marco Aurélio “top top” Garcia.
Romeu Tuma Jr., em seu livro Assassinato de Reputações, enumera uma série de crimes cometidos pelo PT clandestino. Como exemplo, ele cita o caso insepulto de Celso Daniel, fazendo uma pergunta até hoje não respondida: “Por que Gilberto Carvalho ainda não caiu do caminhão?” Todos os brasileiros não comprometidos com o petralhismo esperam que esta e outras interrogações sejam respondidas no segundo livro de Tuma Jr., a ser publicado nas vésperas das eleições de outubro. Segundo Tuma Jr., até a Polícia Federal tem uma ala petista, que ele classifica de Gestapo do PT, cuja finalidade é confeccionar dossiês de adversários políticos. Ou seja, assassinar reputações. Vale lembrar os dossiês feitos pelos petralhas contra os candidatos presidenciais Roseane Sarney, José Serra, José Alckmin - além do próprio FHC.
O PT clandestino atua há bastante tempo no mundo virtual, não só nestes tempos de ação webterrorista feita por Franklin Martins para alavancar a reeleição de Dilma Rousseff - com o auxílio prestimoso do petista de carteirinha José Dias Toffoli, ministro do STF e atual presidente do TSE, que impediu que as urnas eletrônicas passassem por um teste público. É crescente o uso da internet para ataques contra a imprensa e desafetos políticos, configurando-se verdadeira guerrilha digital. Um exemplo foi o “tuitaço” promovido por Rui Falcão, presidente do PT, e simpatizantes contra a revista Veja, que publica tanto os “malfeitos” da petralhada, quanto os dos tucanos. Eles utilizam robôs e perfis peões, para fazer crer que houve grande adesão a um movimento, como #vejabandida. O # (hashtag ou marcador) colocado na frente de uma palavra ou expressão compete por atenção na rede. Em 2011, o PT lançou o Núcleo de Militância em Ambientes Virtuais. “A utilização massiva da internet, das redes sociais e de blogueiros amestrados faz parte das táticas de engodo e manipulação da verdade no Brasil”. Na China, os “peões” que defendem o governo comunista recebem 50 centavos por cada inserção de apoio. No Brasil, quanto ganham os insetos da falconaria petralha para assassinar as reputações de Aécio Neves e Eduardo Campos?
Até este insignificante escriba da internet é patrulhado por petistas. Um blog baba-ovo, com o nome de Os amigos do presidente Lula, colocou na internet a calúnia de que eu sou um “falsificador de cartas”. As cartas têm autoria, não inventei nada, apenas postei textos recebidos de colaboradores. Ainda estou pensando se processo ou não o difamador. Por ora, o link está aí, especialmente para o deleite dos petralhas, para que conheçam as cartas postadas por mim no site Usina de Letras e espumem de raiva.
Hoje em dia, devido ao poder imperial que adquiriu, de feição fascista, sem uma oposição efetiva, o PT já realiza ações clandestinas à luz do sol. Um exemplo é o decreto nº 8243, assinado por Dilma Rousseff, de modo a instalar conselhos (sovietes) e comissões em todos os órgãos públicos. Tal decreto é apenas o eco de um outro decreto, feito por um órgão de hierarquia superior, ao qual o PT está inteiramente subjugado: o onagro vermelho que se chama Foro de S. Paulo. O jurista Ives Gandra alerta para o perigo de tal ignomínia ser colocada em prática, tirando as prerrogativas do Congresso Nacional. Na verdade, o decreto de Dilma segue o modelo bolivariano de assalto às instituições, de modo a implantar um governo totalitário no Brasil como o que existe em Cuba. Espero que os congressistas rejeitem tal patifaria.
Outro projeto petista é convocar para setembro deste ano um plebiscito popular por uma constituinte exclusiva, de modo que o povo brasileiro dê carta branca ao projeto de acelerar a cubanização do País. Tal canalhice começou a ser levantada pelo PT depois das manifestações de junho de 2013 e agora toma novo fôlego. Por que o PT tem tanta pressa em realizar tal plebiscito? Como a reeleição de Dilma Rousseff não está garantida, com o crescimento de apoio da população aos candidatos Aécio Neves e Eduardo Campos, o PT quer acelerar o processo de comunização do País.
Se o PT oficial realiza ações cada vez mais ousadas, às claras, tendo em vista tornar o Brasil um país comunista, tendo Cuba como modelo, o que estaria neste momento fazendo o PT clandestino? Importando armas de Cuba e da Venezuela para armar suas futuras milícias, a exemplo do MST, do mesmo modo como fazia o comunista Salvador Allende quando foi presidente do Chile? Não sei. Tratando-se do PT, o pior ainda pode acontecer, porque infelizmente estamos vivendo em uma autêntica República dos Bandidos.

CHATIADA.

Luciana Genro ficou "chatiada" de não fazer parte do "selfie no espelho" depois de ter reclamado da suposta preferência dada aos candidatos mais bem colocados na pesquisa no debate realizado pela Band.

SUS. AUGUSTO NUNES

No vídeo, os fabricantes de tapeações ensinam que só fica doente quem quer.



“Se vocês um dia conhecerem bem o SUS, o SUS é motivo de orgulho desse país”, anda recitando Lula no horário eleitoral. Freguês de caderneta do Sírio-Libanês, o ex-presidente só usa o SUS para tapear telespectadores de comerciais do PT. E só é visto numa UPA quando o palanque ambulante ali estaciona para mais um comício.
Nessas aparições, repete que logo estarão prontas todas as 500 UPAs que Dilma prometeu construir na campanha de 2010. O vídeo do Exilado mostra como estão as menos de 250 que ficaram prontas. Poucos segundos bastam para compreender-se por que o navio pirata identificado pela estrela vermelha está fazendo água em todo o país.
A carga de mentiras passou da conta. E apressou o naufrágio.

HOJE NO SBT AS 17,45

Aberta a temporada de ataques, presidenciáveis fazem 2º debate.

Encontro desta segunda será o primeiro desde que Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB) apareceram empatadas com 34% em pesquisa Datafolha.

Dilma Rousseff, Marina Silva e Aécio Neves
Dilma Rousseff, Marina Silva e Aécio Neves (Reuters/EFE//Estadão Conteúdo)
Os três principais candidatos ao Planalto se encontram nesta segunda-feira pela primeira vez desde que a candidata do PSB, Marina Silva, apareceu empatada com a presidente Dilma Rousseff (PT) em primeiro lugar, com 34% das intenções de voto, em pesquisa Datafolha. Se no primeiro debate entre os presidenciáveis Dilma e Aécio Neves (PSDB) polarizaram as discussões, desta vez o alvo de ambos deve ser Marina – a petista e o tucano, afinal, passaram a atacar abertamente a postulante do PSB, o que vinham evitando fazer.
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O encontro, promovido pelo SBT em parceria com Folha de S. Paulo, UOL e rádio Jovem Pan, começa às 17h45. No primeiro debate, promovido pela Rede Bandeirantes na última terça-feira, Dilma e Aécio ainda estudavam quem criticaria primeiro – e como criticariam – a nova adversária. Mas não foi preciso: insuflada pelos números da pesquisa Ibope, divulgada horas antes, foi Marina quem assumiu a artilharia mais pesada e sempre direcionada aos dois rivais simultaneamente. Foram diversas frases, como: "A relação de vocês, PT e PSDB, aparta o Brasil". Ou: "Essa polarização já deu o que tinha que dar" e "nos governos do PT e do PSDB, cada um tem um apagão para chamar de seu".
Ao longo dos últimos dias, Dilma e Aécio adotaram um tom mais agressivo em relação a Marina: o tucano chegou a dizer que o Brasil não é país para “amadores”, enquanto a petista insinuou que o programa de governo da candidata do PSB podem provocar desemprego. Aécio tem 15% da preferência do eleitorado, segundo o Datafolha. Em um eventual segundo turno entre Dilma e Marina, a ex-senadora venceria a presidente-candidata com vantagem de dez pontos porcentuais.

Também participam do encontro os candidatos nanicos Pastor Everaldo (PSC), Eduardo Jorge (PV), Luciana Genro (PSOL) e Levy Fidelix (PRTB).

CANDIDATA SURPRESA

Candidata surpresa, Marina é vítima de suas próprias contradições.


Antônio Jiménez Barca, El País
A campanha eleitoral brasileira, cada vez mais acelerada, vertiginosa e hipnótica, gira quase exclusivamente em torno da candidata surpresa, Marina Silva, que assumiu o cargo depois da morte, em 13 de agosto, do candidato oficial do Partido Socialista do Brasil (PSB), Eduardo Campos, em um acidente de avião que mexeu com o país de cima a baixo e revolucionou tudo.
Desde então, Silva, uma carismática ex-ministra do Meio Ambiente do governo Lula, alfabetizada aos 16 anos, sobe progressivamente nas pesquisas, como uma flecha, sem que, por enquanto, se veja o seu teto: na última sondagem, publicada na última sexta-feira, empatava no primeiro turno com a presidenta Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT), e superava a atual mandatária no segundo e definitivo por uma margem de dez pontos.

Leia mais em Candidata-surpresa, Marina é vítima de suas próprias contradições

Marina, acompanhada de seu vice Beto Albuquerque e Romário

ELA NÃO SABE O QUE DIZ - TÍTULO MEU

Dilma afirma que Marina irá desempregar.


Fernanda Krakovics, O Globo
A presidente Dilma Rousseff, que disputa a reeleição, convocou a imprensa ontem para dizer que a proposta de governo de sua principal adversária no momento, a candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, significa redução de emprego e é prejudicial à indústria nacional.
“Eu li o programa de governo da candidata e vi propostas que me deram muita preocupação em relação ao emprego e à indústria nacional”, afirmou a presidente, que não respondeu a perguntas. Dilma ressaltou a política de conteúdo nacional de seu governo, principalmente para a indústria naval, e disse que os empregos no setor subiram de 2.500 vagas no ano 2000 para 81 mil em julho deste ano.

Leia mais em Dilma convoca coletiva para criticar Marina: ‘Propostas me deram muita preocupação’

Presidente durante entrevista no Palácio do Alvorada, em Brasília

CRÍTICAS A DILMA

Aécio Neves mira críticas a Dilma e diz que o PT deixará o poder.


Alexandre Rodrigues, O Globo
Em busca de uma reviravolta nas pesquisas, o senador Aécio Neves, candidato do PSDB à Presidência da República, passou a tarde de domingo no centro de futebol do ex-jogador do Flamengo e da Seleção Brasileira Zico, na Zona Oeste do Rio. Aécio participou de um jogo de futebol com ex-atletas e artistas que apóiam a sua candidatura e assinou uma carta com compromissos com políticas de popularização e profissionalização do esporte.
Antes de entrar no gramado, Aécio disse que a principal interpretação das pesquisas de intenção de voto é a de que o governo da presidente Dilma Rousseff não será reeleito e o PT deixará o poder. Sobre a sua posição em terceiro lugar nas sondagens, atrás de Marina Silva (PSB), empatada com Dilma em primeiro, ele disse que ainda há tempo de os brasileiros compararem os projetos políticos alternativos antes da escolha definitiva.

Leia mais em Aécio Neves mira críticas a Dilma e diz que o PT deixará o poder

Ao lado de Zico, Aécio assina termo de compromisso com profissionais do esporte

NANICOS

Partidos nanicos têm candidatos com menos escolaridade.


Felipe Frazão e Eduardo Gonçalves, Veja
Há uma série de diferenças entre a classe política nacional e os eleitores brasileiros – mas elas estão se tornando menores. Uma delas é a discrepância, ainda elevada, de escolaridade dos políticos em relação às médias do país. E o peso que os partidos nanicos possuem na fatia dos candidatos com menos escolaridade. Na prática, pequenas siglas servem como porta de entrada para eles – os candidatos que completaram apenas o ensino médio constituem o maior grupo nesses partidos.
Neste ano, os partidos escolheram 45% de seus representantes para disputas eleitorais entre os diplomados com grau superior e 30% entre os que passaram pela escola, mas não chegaram à universidade. A distância entre as duas principais classificações dos candidatos, com base no critério de escolaridade, diminuiu em 2014.

Leia mais em Siglas nanicas reúnem candidatos menos escolarizados

O comediante e deputado federal Everaldo Oliveira Silva, o Tiririca, participa da cerimônia de posse do novo Congresso Nacional, em Brasília 

A ESPERA

À espera de Marina, por Ricardo Noblat


Há 10 dias, você leu: “Nosso grande adversário é o PT”, como disse Aécio Neves, candidato do PSDB a presidente da República, em viagem a Dourados, Mato Grosso do Sul; agora, leia: “Nosso grande adversário é Marina Silva”, candidata a presidente pelo PSB, e que substituiu Eduardo Campos, morto em um acidente aéreo. De fato, Aécio ainda não disse que Marina é sua grande adversária. Nem precisava...
Eleição surpreendente como esta só houve uma desde o restabelecimento da democracia no país em 1985.
Há quatro anos, Lula elegeu Dilma com larga folga de votos. Como estava previsto. Há oito anos, ele se reelegeu – também como estava previsto.
Foi há 12 anos, sem surpresa alguma, que Lula subiu pela primeira vez a rampa do Palácio do Planalto.
Em 1989, não. Naquele ano, mais de 20 candidatos disputaram a primeira eleição direta para presidente depois de 21 anos de ditadura.
O nome que parecia o mais forte, Ulysses Guimarães, do PMDB, amealhou menos de 5% dos votos no primeiro turno.
Os livres atiradores Fernando Collor e Lula se bateram no segundo turno. Collor venceu – sem partido, sem preparo, sem compromissos.
Foi aberta a temporada de tiro ao alvo em Marina. E a acusação mais leve que lhe fazem nas redes sociais é de que poderá vir a ser o novo Collor. Ou o novo Jânio Quadros.
Militantes do PT e do PSDB se digladiam para ver quem consegue provocar mais danos à imagem da candidata. 
Jânio foi o presidente que renunciou ao mandato em agosto de 1961 depois de seis meses no cargo. Bebia muito. E era meio doido.
Renunciou para dar um golpe com o apoio dos militares e o respaldo da maioria dos eleitores. Nem conseguiu apoio nem respaldo.
Collor teve o mandato cassado pelo Congresso devido à suspeita de que se envolvera em grossa roubalheira. O que Marina tem a ver com Jânio e Collor? Por enquanto nada. E é razoável supor que nada venha a ter.
Como de Collor, diz-se que Marina chegaria à presidência sem base de sustentação no Congresso. Mas não foi por isso que Collor caiu.
O PSB de Marina é um partido de médio porte. Se eleita, ela pretende governar com “os melhores”. Nada impede que haja “melhores” em todos os partidos. E que por isso ela acabe contando com uma bancada razoável de deputados e senadores.
Marina nada tem de boba. Anunciou que governará somente quatro anos. Ainda não disse, mas o provável é que se veja tentada a ficar à margem de sua sucessão. Para dar o bom exemplo. Para evitar o uso na eleição da máquina administrativa.
Sendo assim por que o Congresso criaria dificuldades para ela? A sucessão de Marina seria deflagrada logo com dois anos de governo.
O PSDB de Aécio está pronto para anunciar seu apoio a Marina no segundo turno. A essa altura, ninguém ali, nem mesmo Aécio, acredita que Marina possa se perder pelo meio do caminho.
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso não esconde dos mais íntimos sua opinião favorável a que o PSDB, se convidado, ajude Marina a governar. O destino do PT será a oposição.
Por falar em PT: você viu Lula por aí?
Corre a informação de que ele não está bem de saúde. E de que só por isso participa pouco da campanha de Dilma.
Viajou com ela a alguns Estados. Gravou mensagens para a televisão. Mas nada que lhe cobrasse muito esforço. Certo? Lorota!
A saúde dele vai bem. Lula espera que Dilma suplique sua ajuda.
Dilma pensou que venceria sem dividir o palco com Lula. Arrisca-se a ser vítima de sua própria arrogância.


Marina Silva e Aécio Neves