24 de mai de 2015

TREM-BALA X TREM CHINÊS

Sai o Trem-Bala, entra o trem chinês.

Antes do desembarque de Li Keqiang, saiu da caixa de mágicas do Planalto o projeto de uma ferrovia transoceânica ligando o Atlântico brasileiro ao Pacífico peruano.
Elio Gaspari.
A máquina de propaganda do governo e a doutora Dilma têm um especial carinho por trens. Em 2004 Nosso Guia perfilhou um projeto de ligação ferroviária entre o Rio e São Paulo. Era o trem-bala. Faria percurso de 500 quilômetros em 90 minutos, cobraria o equivalente a R$ 120 e nada custaria à Viúva. Ficaria pronto para a Copa de 2014. Atrasando, era certo que rodasse em 2016 para a Olimpíada. Deu em nada.
Ou melhor, deu em parolagem e pariu uma empresa estatal, a EPL. Quando o projeto naufragou, surgiu a palavra mágica ouvida por Machado de Assis em 1883: “lingu”. Ele não esclareceu o que isso queria dizer, mas talvez significasse “investimento”: os chineses bancariam o projeto do trem-bala. Pouco depois um mandarim explicou: “Pedir que uma empresa chinesa assuma um risco tipicamente governamental é uma grande piada”.

Antes do desembarque do primeiro-ministro chinês Li Keqiang, saiu da caixa de mágicas do Planalto o projeto de uma ferrovia transoceânica ligando o Atlântico brasileiro ao Pacífico peruano. Teria 4.400 quilômetros. Nas palavras da doutora Dilma “ela atravessará os Andes”. Custaria entre US$ 5 bilhões e US$ 10 bilhões.
As dúvidas foram desfeitas quando o companheiro Li assinou 53 acordos com a doutora. Na mesa havia apenas o interesse mútuo de começar os estudos básicos da viabilidade do projeto. A ferrovia que iria do litoral brasileiro ao peruano era um exagero.
O memorando assinado cuidava apenas da conexão da linha Norte-Sul, que iria de Campinorte, em Goiás, à costa peruana. A linha para o litoral atlântico é uma tarefa brasileira. Se tudo der certo, esse estudo deve ficar pronto em maio de 2016. O que era um estudo básico para analisar a viabilidade do projeto virou uma ferrovia que “atravessará os Andes”.
Cuidando dos seus interesses, os chineses assinaram diversos compromissos, compraram aviões, alugaram navios e arremataram um banco. Todos esses negócios são bons para eles e para o Brasil. Não havia por que botar o “lingu” de Machado de Assis numa ferrovia transoceânica.
A agenda chinesa é sempre precisa. Em geral eles querem recursos naturais e proteínas. Além disso, vendem serviços, bens e máquinas. Jogo jogado. A isso junta-se um interesse do Império do Meio de fornecer sua mão de obra para os projetos onde põe dinheiro. São mais qualificados, conhecem a empresa e às vezes custam menos.
Há cinco anos eram 740 mil, de Angola ao Uzbequistão. Obras chinesas no Brasil já tentaram importar operários mas foram barradas. Esse pode vir a ser um bom debate, pois o que é preferível, um pasto goiano com 50 vaqueiros ou a obra de uma ferrovia com 500 chineses e 500 brasileiros?
Esse item da agenda chinesa chamou a atenção de Machado de Assis. Em 1883, quando o andar de cima queria imigrantes para substituir a mão de obra escrava, chegou ao Rio o mandarim Tong King-sing. Veio acompanhado de um secretário negro, fez o maior sucesso com suas roupas e foi recebido por D. Pedro II. O imperador disse-lhe que não tinha simpatia por seu projeto e, no melhor estilo chinês, ele foi-se embora.
À época, comentando a visita do mandarim, Machado de Assis escreveu uma cronica, transcrevendo uma carta que teria recebido dele. Esclareceu que preferiu manter a grafia do autor.
A certa altura, como se fosse hoje, Machado/Tong escreveu:
“Xulica Brasil pará; aba lingu retórica, palração, tempo perdido, pari mamma.”
Li Keqiang e Dilma Rousseff (Foto: Roberto Stuckert Filho / PR)Li Keqiang e Dilma Rousseff (Foto: Roberto Stuckert Filho / PR)

OPINIÃO


Reynaldo Rocha: Se Levy sair, Dilma cairá

REYNALDO ROCHA
Não faço parte do time do “quanto pior, melhor”. Já fiz. Quando era petista (sim, confesso que fui), a torcida era pelo desastre que aceleraria a queda do “inimigo”. Celebrávamos a tragédia sofrida por terceiros desde que pudesse apressar a derrota de quem deveria ser somente adversário, mas se transformava em inimigo pela nossa visão distorcida. Foi essa uma das causas do meu afastamento. E da minha repulsa pelo que o PT hoje é.
O mercado mundial confia em Dilma? Não, obviamente. A escolha feita no primeiro mandato – Guido Mantega – foi motivo de piadas internacionais. O mínimo que se dizia dele é que, caso indicasse o caminho da esquerda, ficaria claro que o correto era o outro. A revistaThe Economist  rotulou de “100% Man” o brasileiro que errava 100% das previsões. E o mundo sabia que Mantega, um fantoche de Dilma, dizia ou fazia o que a chefe mandava.
É Joaquim Levy quem segura a credibilidade do Brasil. É ele quem tem impedido a perda do grau de investimento, etapa que antecede o desastre completo. Hoje, o ministro da Fazenda se recusou a participar da cerimônia que anunciou os cortes orçamentários de 2015. Levy exigia 80 bilhões. Foram 70. Levy alegou ter sido surpreendido por uma gripe para justificar a ausência.
Recado dado, recado entendido por todos. Na véspera, o senador Lindbergh Farias, do PT do RJ, exigiu a demissão de Levy. Ainda não descobriu que isso resultaria na completa perda de credibilidade. O famoso tiro no pé. Receio que Joaquim Levy já esteja cansado das farsas e desculpas inseparáveis do estilo do governo federal.
Se Levy sair, Dilma cairá. Simples assim. Ela odeia Levy. E Levy não tem qualquer simpatia pela presidente. Ambos apenas se suportam. Dilma faz isso para manter-se no poder mantido por um estelionato eleitoral. Levy tenta colocar em prática, coerentemente, o que aprendeu e ensinou.
Na visão de Nelson Barbosa, ministro do Planejamento e bobo da corte da hora, a situação está sob controle. Os cortes, garantiu, preservam tudo. Se é assim, cabe a pergunta: cortar para quê? O relevante nisso tudo é o que não foi dito. E a ausência de quem deveria estar lá para dizer.

OPINIÃO


Oliver: Estado Islâmico do Rio de Janeiro

VLADY OLIVER
É impressionante como a vontade de barbarizar chega rápido, como uma moda hedionda, nos quintais avariados do planeta. Inspirados na volta ao planeta dos macacos do Estado Islâmico, nossos próprios orangotangos já descobriram os prazeres mórbidos que proporcionam à patuleia incauta ao descer a faca nos pobres cariocas indefesos. E a claque que aplaude os imbecis que desgovernam aquelas paragens já decretou que a culpa das é facas, das bicicletas, do próprio médico abatido pela ferocidade. Só não foi responsabilizado o monstro que protagonizou a barbárie.
É incrível a vontade de contemporizar com o crime, não é mesmo? Uma onda de esfaqueadores se multiplica nas areias superfaturadas da cidade, um dia maravilhosa, e tudo o que esses senhores não têm são respostas para a própria estupidez latente. Já sei. Devo estar incorrendo no crime de racismo, embora não tenha visto a cor da pele do “menino” que estripou o ciclista sem direito à defesa. Meus macacos não são negros; que fique bem claro. Eles têm a cor que vocês quiserem. Têm a cor de prefeitos, secretários de segurança, governadores e o que mais couber na pele desses cúmplices de um assassinato.
Enquanto olham para o nada e tentam defender o que não tem lógica ─ que dirá defesa ─, um cidadão de bem é enterrado diante da família devastada e impotente. É isso o que essa gente defende? Três meses de cadeia e direito a fuga para um bandido de tamanha periculosidade? Lembro que, quando foi lançado o impúbere Gremlins, de Steven Spielberg, alguém por aqui resolveu chiar que as mortes sugeridas no filme eram hediondas, pois se morria triturado por um liquidificador ou eletrocutado numa tomada doméstica.
O que semeiam as nobres “otoridades” deste rincão varonil é a morte a paneladas. Venho insistindo nesta tecla manca deste acorde dissonante. É a última fase do desprezo pelo ser humano. Começa na ponta da faca e termina no cabo da panela. Que Deus nos ajude a sair da lama imunda.

LULLA X MALAFAIA

Lula na lona

“E a solução é Deus. Pague o seu dízimo que Jesus te salvará. Vocês sindicalistas têm de aprender a fazer isso, porque vocês cobram mensalidade e contribuição e não resolvem”.

Lula, na continuação da discurseira para a plateia de sindicalistas em que resolveu ironizar os pastores evangélicos.

“Lula, você vai entender: você sabia que Deus liberta o homem da cachaça?”

Silas Malafaia, pastor evangélico, liquidando a parada com um poderoso direto no fígado.

DEVANEIOS


Marcelo Madureira participa do “Abrindo o Jogo”

Marcelo Madureira foi o convidado do quadro “abrindo o Jogo”, no programa “Mulheres”. O humorista falou sobre a história do Casseta & Planeta, sobre política e o futuro do humor na televisão brasileira. Assista.
marcelo na gazeta

AGAMENON MENDES PEDREIRA

Só dói quando eu Rio!

Eu achava que o problema da violência urbana crônica do Rio de Janeiro tinha sido resolvido quando o governador Sérgio Cobal Jr. criou as UPPs, Unidades Pacificadoras de Pobre. Mas não! Agora o pessoal da BAND, Bandidagem, que não pode mais exercer o seu comércio ilegal nas favelas, está redirecionando as suas atividades ilícitas para outras esferas da criminalidade, como a caxanga, o assalto e o esfaqueamento generalizado.
Mas a responsabilidade não é apenas do atual governador, que começou o seu mandato com o Pezão frio. O prefeito Eduardo RaPaes também tem culpa no cartório, afinal de contas foi ele que criou essas ciclovias todas só para incentivar o assassinato de bikers na Cidade Calamitosa. E o que é pior: esses crimes hediondos estão sendo praticados à luz do dia em cartões bostais da cidade, como a Lagoa Jazíguo de Freitas, a Avenida Niemorre e o Assalto da Boa Vista.
Eu mesmo, Agamenon Mendes Pedreira, idoso, combalido e desempregado, fui vítima de um pivete assassino que me ameaçou com uma faca afiada. E olha que eu estava na rua tentando honestamente defender algum qualquer aplicando o golpe do paco em velhinhas inocentes. Ao ver minha carteira vazia, onde o dinheiro não aparece há muito tempo, o facínora mirim se apiedou da minha penúria, me deu uma nota de 10 reais e ainda fez questão que eu o esfaqueasse.
Como diria o deputado Jair Boçalnauro, a culpa de tudo é da maioridade penal. Os bandidos, sempre à frente do seu tempo, estão preocupados com a aprovação da lei que diminui a idade dos criminosos infantis e, assim como o Barcelona e o Real Madrid, já começaram a recrutar seus novos delinquentes nas maternidades da cidade. Já existem casos de bebês assassinos que estão utilizando perigosos alfinetes de fralda para roubar a chupeta dos seus coleguinhas de berçário. A que estado do Rio nós chegamos…
21-05
Para os turistas que chegaram há pouco de fora se acostumarem com o clima de violência no Rio de Janeiro, os hotéis da cidade já estão colocando cadáveres nas piscinas.
Agamenon Mendes Pedreira é a favor da “melhor idade” penal.

TENHO DITO


A Banalização do mal(u).

23 de mai de 2015

GOLPE NO FÍGADO DO LULLARÁPIO.

ANÔNIMO DISSE:

Estamos precisando que suas excelências que pertencem aos quadros perpétuos na justiça brasileira, façam uma reciclagem em vários países do primeiro mundo para acharem as malandragens dos ratos vermelhos. Sabem porque? Estão velhos e cansados de não fazerem nada e serem co responsáveis pela merda de constituição que temos e a merda de serviço que nos prestam. o nosso serviço jurídico e pífio e suas excelências que e a forma que eles gostam de ser tratados, porque senão vao dizer que não estão sendo respeitados. Quando suas excelências, supremo federal, supremo eleitoral,oab e assemelhados vao para os jornais e fazem um tramendo badernaço dizendo que o que estamos passando no momento não tem justificativa e não tem como defender o puteiro em que se transformou o pais. Tem gente seria no meio de suas excelências ? Claro que tem. Tem gente seria nos três poderes? Claro que deve ter. Por que os malditos ratos vermelhos estão dando as cartas para todo o povo brasileiro e nos estamos com os braços cruzados e não fazemos nada. Tem gente seria e de carreira nos atuais ministérios que estão sendo fiscalizados pela rataria vermelha? Claro que tem. Por que os funcionários de carreira antigos ou aposentados não botam a boca no trombone para salvar a nação. Estamos todos no mesmo barco. Quem disse que esse pensamento retrogrado de ajudar a malandragem e bom para quem trabalha e corre atrás. Somente e bom para aquela amanuenses que não fazem nada, se penduraram no cargo de polititico, porque não tinham cacife para correr atrás ai foram ser políticos de carreira. Não deveria nunca um politico ficar fazendo firula dentro de um congresso, senado, funcionário publico fosse o que fosse sentadinho no seu lugar sem fazer nada, so pegando as benesses que o governo da para conseguir aliados. Aliados esses que são políticos medíocres que vendem seus votos em troca de cash. Todos esses políticos de merda de todos os poderes que agem desta forma estão defecando em suas biografias. Não adianta se esconder e dizer e isso e aquilo e secreto porque um dia vai vir a tona. Ai todos os filhos, netos e futuras gerações desses ratazanas vermelhas de merda pagarão o tributo de terem traído seu pais e suas biografias tomando atitudes que jogam o povo na fossa. Não sabem eles que o futuro se incumbira de trazer o que eles merecem. Beneficiar malandros e prejudicar quem trabalho não tem como não pagar pela traição e pelo erro. Breve veremos o resultado dessa politica de merda que foi instalado neste pais maravilhoso que foi beneficiado por Deus em todos os sentidos. Vamos ter travar uma luta imensa para desratizar o pais e para isso temos que despejar todos os políticos, partidos e ideologias vermelhas de merda, mandando quem gosta delas para os países com os quais fizeram acordos. Esses vagabundos de merda não podem respirar o mesmo ar de quem trabalha duro para poder sobreviver. Vamos libertar nosso pais desses ratos de merda. Abaixo todos os partidos, abaixo os três poderes de merda. Abaixo os políticos que fizeram da politica de malandragem e fizeram das leis esse amontoado de merda que não leva o pais a nada. Estamos quase chegando no fundo do poço patrocinado pelos três poderes e a justiça macabra.

MACARRÃO

25 Truques imperdíveis para fazer Macarrão como um Chef.


SOS Solteiros


É fã de macarrão mas não sabe nem ferver água? Então passou da hora de largar de vez essa mania de só comer miojo e fazer uma macarronada digna de restaurante italiano.
Mario Batali, um chef especializado em cozinha italiana, com mais de 20 restaurantes espalhados pelo mundo, ensinou alguns truques ótimos para o Uol. Separamos as melhores para você caprichar no próximo jantar. Se liga!

***

1. Escolha bem os ingredientes

Para cozinhar qualquer prato você deve priorizar a qualidade dos ingredientes, com o macarrão não é diferente, dê preferência aos produtos frescos. Segundo Barali, bons ingredientes são o segredo para qualquer chef.
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2. Capriche no sal!

Sem sal só a/o “ex”. Na hora de fazer macarrão, salgue bem a água, muito bem mesmo. Barali até compara com a água do mar. Alguns especialistas indicam 1 e 1/2 colher (sopa) de sal para cada 1/2 quilo de massa, ou litro de água. Mas se o teu molho já for bem salgadinho o ideal é equilibrar essa quantidade.
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3. Água sem dó e nada óleo

Quando for fazer macarrão use sempre muita água para evitar que a massas grude. Não precisa usar óleo, apenas mexa algumas vezes. Quando começar a cozinhar, use um garfo longo para soltar os fios.
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4. Faça você mesmo

Se você é daquelas que gosta de pôr a mão na massa, literalmente, o chefe dá a receita:
“Junte 100 gramas de farinha 00 (a mais fininha), 1 ovo orgânico e faça a massa, amassando bem. Enrole. Deixe descansar e corte no formato fetuccine ou espaguete. Deixe descansar de novo. Quatrocentos gramas de massa são suficientes para 6 ou 7 pessoas, porque ela cresce”. Confira o passo a passo aqui.



5. Dica para massas prontas

“Se na embalagem disser que você deve cozinhar por oito minutos, cozinhe por sete e termine o último minuto numa frigideira, junto com o molho escolhido.”, ensina Batali.

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6. Use a água do cozimento no molho

Após escorrer o macarrão separe um pouco da água do cozimento para o molho, desta forma ele irá se integrar melhor à massa.
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7. Nunca passe do ponto

Nunca, jamais, de maneira nenhuma passe do ponto. Se você morrer no meio do cozimento, ressucite e vá desligar o fogo. Nas palavras do chef italiano: “Trinta segundos a menos de cozimento é 1000 vezes melhor do que 10 segundos a mais do que o necessário. Cozinhar demais é imperdoável”.
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- Esse macarrão ficou tão cozido que tem gosto de papel fervido!

8. Opte por molhos simples

Uma ótima alternativa para fazer o molho é usar poucos ingredientes, o chef dá uma dica simples e deliciosa:
“Experimente usar manteiga, azeite de oliva, aspargos e presunto cru (parma). E pronto. Cozinhe a quantidade certa de massa e quando estiver pronta, passe para um frigideira, salteie por 30 segundos com os ingredientes e, se precisar de uma certa viscosidade, use um pouco da água do cozimento do macarrão. Este é o truque”.
Indicamos o molho pesto também.
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9. Cuidado com frutos do mar

Se for usar frutos do mar no molho ou no recheio da massa, cuidado com os queijos fortes, como o parmesão. A combinação ideal para esse tipo de molho seria ricota e mussarela fresca.
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Dicas Extras!

Além das dicas do chef, separamos mais alguns conselhos de especialistas para você desenvolver o seu lado gourmet. Tome nota!

10. Coloque sal depois que a água ferver

Adicione sal apenas quando a água já estiver fervendo, como aprendemos na aula de química: o sal faz com que a água demore para entrar em ebulição.



11. Macarrão só depois que ferver de novo

Depois do sal, para evitar que o macarrão grude, é essencial verificar se a água está fervendo antes de colocá-lo, além de mexer de vez em quando para separar os fios.



12. Não lave o macarrão após cozido

Nada de lavar o macarrão em água fria!! Para a massa ficar ainda mais deliciosa o segredo é adicionar um pouquinho de azeite antes dele completar o cozimento, mexa bem e deixe esfriar naturalmente.



13. Lasanha de um dia pro outro

Em massas como: lasanhas, conchas jumbo, ziti e manicotti, você terá melhores resultados se preparar a receita e congelar antes de assar. Na hora do preparo, descongele o prato à temperatura ambiente e asse como a receita sugere.

14. Se começar a borbulhar, baixe o fogo

Isso fará com que as bolhas sejam menores. Bolhinhas grandes podem quebrar massas delicadas como ravioli e tortellini.
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15. Vai comer sozinho?

Olha essa dica:

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16. O truque da colher de pau

Nunca ferva macarrão com a panela tampada, pois a água vai rapidamente transbordar. Deixa uma colher de pau por cima, ela evita desastres.
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17. Não cozinhe dois tipos de macarrão juntos

Para a segurança do seu paladar, jamais cozinhe juntos dois tipos diferentes de macarrão. Há uma variação no tempo de cozimento para cada tipo de massa, além de ficar esquisito um prato com espaguetti e penne misturados.
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VEJA.COM

Os segredos do mensalão, dez anos depois.

A história secreta de como o ex-presidente Lula escapou do escândalo de suborno que levou à prisão congressistas, empresários e toda a cúpula do PT.

O ex-presidente Lula sobreviveu à CPI do mensalão, não foi acusado pelo Ministério Público e não pôde ser incluído no processo do Supremo Tribunal Federal: mais que habilidade
O ex-presidente Lula sobreviveu à CPI do mensalão, não foi acusado pelo Ministério Público e não pôde ser incluído no processo do Supremo Tribunal Federal: mais que habilidade(Alex Majoli/Magnum Photos/VEJA)
Na edição de 18 de maio de 2005, VEJA publicou uma reportagem exclusiva sobre um funcionário dos Correios filmado quando embolsava uma propina de 3 000 reais. Era puxado ali o fio da meada do mensalão, o primeiro dos dois esquemas de compra de apoio político engendrados no governo do PT. Nos doze meses seguintes, o Congresso esquadrinhou cada peça dessa engrenagem criminosa abastecida com recursos desviados dos cofres públicos. Os resultados produzidos representaram um ponto fora da curva na tradição de impunidade que beneficia os poderosos. Com base em provas colhidas pela CPI dos Correios, três deputados tiveram o mandato cassado, quarenta pes­soas foram denunciadas pelo Ministério Público e 24 condenadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A antiga cúpula petista foi sentenciada à prisão. Antes cotado para a sucessão de Lula na Presidência, José Dirceu passou quase um ano atrás das grades numa penitenciária em Brasília. Banqueiros e empresários ainda estão encarcerados. Os criminosos de punho de renda foram finalmente apresentados ao castigo - não sem antes ouvir uma reprimenda moral histórica. "São eles, corruptores e corruptos, os profanadores da República, os subversivos da ordem institucional, são delinquentes e marginais da ética do poder", disse o decano do STF, o ministro Celso de Mello.
Hoje, o mensalão ocupa um papel secundário no panteão dos escândalos nacionais. Foi superado, em cifras e ousadia, pelo petrolão, mas alguns de seus pontos ainda precisam ser elucidados. O mais intrigante deles é como o ex-­presidente Lula se livrou da responsabilidade no caso, se era, em última instância, o principal beneficiário dos votos comprados no plenário da Câmara. VEJA desta semana desvenda como Lula escapou do risco de ser apontado como o chefe do mensalão e de responder a um processo de impeachment durante a CPI dos Correios. O sucesso da blindagem ao ex-­presidente não decorreu apenas da capacidade de negociação de seus articuladores políticos. O PT negociou o silêncio do empresário Marcos Valério quando ele - às vésperas da conclusão da CPI dos Correios - avisou que acusaria Lula de comandar o mensalão se não recebesse uma ajuda financeira milionária. Um empresário amigo foi convocado para pagar a fatura e Valério se recolheu. Lula se livrou da CPI, reelegeu-se em 2006 e foi o efetivo cabo eleitoral de Dilma em 2010. Em 2012, Valério contou parte de seus segredos ao Ministério Público, tentando um acordo de delação premiada. Já era tarde. Lula não podia mais ser incluído no processo. O empresário cumpre uma pena de 37 anos de prisão. Definitivamente, não fez um bom negócio.


MARCHA CONTRA DILMA TERÁ ESCOLTA APÓS AMEAÇA DO MST.

O grupo de manifestantes que caminha rumo a Brasília na Marcha da Liberdade terá segurança reforçada neste sábado, no trecho entre Abadiânia (GO) e Alexânia (GO). O motivo: a Polícia Rodoviária Federal recebeu o aviso de que o Movimento dos Sem Terra (MST) não permitiria que os manifestantes contrários ao governo seguissem pela BR-060. Depois de negociar com representantes da PRF, os integrantes da marcha optaram por manter a caminhada. Eles serão escoltados por agentes da corporação e o policiamento na região ganhará reforço. A Marcha Pela Liberdade saiu de São Paulo em 24 de abril para pedir, dentre outras coisas, a abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. O grupo é vinculado às entidades que organizaram o gigantesco protesto de 15 de março. Quando os manifestantes passaram por Uberlândia (MG), um vereador petista afirmou que o MST iria receber "muito bem" os manifestantes. Daquela vez, a ameaça não foi cumprida. A Marcha Pela Liberdade vai chegar ao Congresso Nacional em 27 de maio

MALAFAIA

BRASIL

Geração de emprego formal no Brasil tem pior abril da série histórica.


Construção civil, indústria de transformação, comércio e serviços foram os setores com maiores perdas.

POLÍTICA - RUY FABIANO

Multidão solitária.

A oposição parece descrer da seriedade da multidão. Parece supor que seu clamor é como fogo de palha: labaredas altas, mas sem consistência, que se apagam com rapidez.

O que fragiliza as manifestações populares contra o governo Dilma é o que, em tese, deveria fortalecê-las: seu caráter espontâneo e apartidário. Não há dúvida de que o engajamento da sociedade, hoje, é bem mais consistente que ao tempo do impeachment do governo Collor, em 1992.
Mas aquele movimento seguiu uma rota mais clara e objetiva que a vislumbrada até aqui.
E o motivo é que, à frente das manifestações – produzindo-as e incentivando-as -, estavam os partidos políticos de oposição e toda uma vasta falange de entidades e instituições com eles articuladas: governos estaduais, prefeituras, centrais sindicais, entidades religiosas – numa palavra, a sociedade civil.
Hoje, embora o clamor da sociedade seja ainda maior, a ponto de dispensar monitoramentos, esbarra na ausência de comando e organicidade. As entidades que deveriam representar a sociedade civil, incluindo a CNBB, OAB e ABI, estão aparelhadas pelo PT e, até aqui, não proferiram uma só palavra contra os sucessivos escândalos que têm vindo à tona.
Quando se manifestam é exatamente para questionar moral e ideologicamente os manifestantes, ainda que estes peçam o óbvio – justiça para os corruptos – e se revelem na conta dos milhões, perpassando todas as classes sociais. Os atos de corrupção que levaram à derrocada de Collor se afiguram quase infantis diante do que a Operação Lava-Jato vem revelando.
Objetivamente, tem-se um oximoro: uma multidão solitária, sem líderes. Um exemplo claro do que isso produz é a situação do grupo de rapazes, que lideram os movimentos que vêm organizando as manifestações. Eles saíram a pé, de São Paulo, há quase um mês, rumo a Brasília, com o objetivo de entregar ao Congresso um pedido formal de impeachment da presidente.
O grupo articulou-se com alguns parlamentares, mas não com os comandos partidários. Resultado: dez dias antes da chegada à capital federal – prevista para o dia 27 próximo -, a oposição desistiu de pedir o impeachment. Baseou-se num parecer do jurista Miguel Reale Junior, ligado ao PSDB, que desaconselha aquela via e sugere que se deponha Dilma pela via do Código Penal.
Reale acha que não há base jurídica para o impeachment, muito embora um colega seu, mais ilustre, Ives Gandra Martins, sustente o contrário. Reale prefere explorar as pedaladas fiscais cometidas pelo governo, o que colocaria no centro do processo não o Congresso, mas a Procuradoria Geral da República.
O PSDB e os demais partidos de oposição acataram a tese, mas a justificaram com argumentos aritiméticos, não jurídicos. Para que o impeachment fosse aceito pela Câmara, dizem eles, precisaria de 342 votos favoráveis – e estes não existiriam.
Os manifestantes alegam que tampouco há garantias de que o procurador-geral Rodrigo Janot vá encaminhar o pedido ao STF e que muito menos este, por meio do ministro Teori Zavaski, vá aceitá-lo. Em tese, ambos os caminhos são complicados. O que pode descomplicá-los é exatamente a manifestação popular.
O ritual planejado para a entrega do pedido de impeachment ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha, teria (ou por outra, terá, já que a programação está mantida) por pano de fundo uma multidão, clamando por aquela providência. É difícil imaginar que, em tal cenário, o presidente da Câmara negligencie o pedido.
Ao receber das mãos dos presidentes da OAB e da ABI, em 1992, o pedido de impeachment de Collor, o então presidente da Câmara, Ibsen Pinheiro, declarou: “O que o povo quer esta Casa acaba querendo também”. O princípio, em tese não mudou, já que o papel daquela Casa continua sendo o mesmo.
Porém, a oposição parece descrer da seriedade da multidão. Parece supor que seu clamor é como fogo de palha: labaredas altas, mas sem consistência, que se apagam com rapidez. Diante das manifestações das ruas, mostra-se tão desconfortável quanto o governo, resignada ao papel burocrático de criticá-lo, mas jamais de depô-lo, ambos submetidos a um único e mesmo script.
O parecer de Reale frustra a multidão. Vejamos como reagirá.
Sozinho na multidão (Foto: Arquivo Google)
   

DIÁRIO DO PODER - CLAUDIO HUMBERTO


Em reunião com pedetistas, o vice-presidente Michel Temer garantiu que Manoel Dias continuará à frente do Ministério do Trabalho. Ele informou que foram “superadas as arestas” causadas pela posição do PDT contra as medidas provisórias do ajuste fiscal, que arrocha direitos trabalhistas. Temer, que é único e último articulador do governo, tentou acalmar o ânimos com a lorota de que que Dilma “nunca cogitou” retirar o ministério do PDT. Muitos deputados não acreditaram na conversa.
Deputados pedetistas e de outros partidos aliados do governo atribuem ao ministro Aloizio Mercadante (Casa Civil) a posição contra as MPs.
Temer prometeu adiar o prazo para que os municípios executem emendas. A liberação de recursos acontecerá ainda em maio, disse.
Na reunião, o PDT reivindicou novos cargos, alegando que ocupa apenas uma das quatro secretarias do Ministério do Trabalho.
Temer acalmou os ânimos dos deputados, mas Cristovam Buarque (PDT-DF) e Reguffe (PDT-DF) continuam defendendo a saída da base.
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A Embraer e a Odebrecht, empreiteira preferida do PT, receberam mais de 90% de toda a grana investida no exterior pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em 2014. De acordo com as planilhas de desembolso pós-embarque, quando o serviço é realizado no exterior, a estatal da aviação levou mais de US$ 1 bilhão, enquanto a empreiteira baiana faturou pouco mais de US$ 848 milhões.
Durante o primeiro mandato de Dilma, a Odebrecht liderou os aportes do BNDES: US$ 4,1 bilhões contra US$ 3,7 bilhões da Embraer
Andrade Gutierrez, OAS, Queiroz Galvão e Camargo Corrêa figuram no Top 10 das empresas mais queridas pelo BNDES no governo Dilma I.
Os valores não englobam a grana liberada para obras no Brasil, como o R$ 1,1 bilhão que a Odebrecht levou em 2014 pelo estaleiro nuclear.
Os fundos Previ (Banco do Brasil), Funcef (Caixa) e Petros (Petrobras), além do BNDESpar, somam 61,5% da Vale, e não apenas 52,5%. Os fundos são de direito privado, mas como seus dirigentes são escolhidos pelo governo, na prática a Vale é controlada pelo governo petista.
A TV Brasil, do governo, foi proibida de transmitir ao vivo o anúncio dos cortes do governo. Por quê? “Notícia negativa não pode”, explicaram. Como se fizesse diferença. E como se existissem notícias positivas.
O deputado Bruno Araújo (PSDB-PE) prevê que apenas o “distritão”, apoiado por Eduardo Cunha (PMDB-RJ), passará na reforma política. Segundo Bruno, até a oposição deve apoiar a criação do “distritão”.
Senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) ironizou o PT por recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral contra propaganda tucana em televisão: “A verdade dói, e o PT não esconde o incômodo com as verdades”.
O líder do PSB no Senado, João Capiberibe (AP), considera difícil a fusão entre o partido e o PPS. “No fundo, está tudo travado”, afirma. Os socialistas não querem abrir muito espaço para membros do PPS.
A deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP) levou ao governador do DF, Rodrigo Rollemberg (PSB), proposta para melhoria na acessibilidade em Brasília. Vai esperar muito até ver suas propostas implementadas.
Em busca de identidade, o Partido Socialista Brasileiro vem dizendo que estará “na oposição de tucanos e petistas”. Mas, na verdade, vem ajudando o governo, especialmente nas votações do ajuste fiscal.
O perfil no Twitter do ex-deputado André Vargas (ex-PT-PR) foi cancelado. Mesmo preso, uma mensagem de “olá” foi publicada no perfil e rendeu uma batida da Polícia Federal na cela do detento.

... ao vetar emenda que quebra sigilo em empréstimos do BNDES, Dilma aliviou muitos empreiteiros insones.